Para TAM, união de aéreas é tendência natural

O Estado de S.Paulo
Para TAM, união de aéreas é tendência natural
‘Nós já passamos por essa fase e esse processo, que já aconteceu em vários continentes’, avalia Líbano Barroso, presidente da TAM Linhas
07 de dezembro de 2011 | 21h 03
Altamiro Silva Júnior e Fernanda Guimarães
da Agência Estado
 

SÃO PAULO – A união entre companhias aéreas é uma tendência natural, afirmou o presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, ao comentar à Agência Estado sobre o acordo assinado hoje entre a Gol e a Delta Airlines, pelo qual a companhia americana irá adquirir uma participação acionária minoritária da Gol, em um investimento que soma R$ 100 milhões. “Nos já passamos por essa fase e esse processo, que já aconteceu em vários continentes, aconteceu na Europa e nos Estados Unidos”, disse Barroso.

No mercado aéreo, o executivo da TAM destaca que o setor passou por algumas etapas, como acordos de code share, alianças globais e processos de participação de capital. A TAM e a chilena Lan estão em processo de fusão.

Novas rotas

A TAM informou ainda que avalia novas rotas aéreas, citando Israel. “Nós temos sempre várias rotas sob análise, para identificar demanda e retorno”, afirmou. Sobre as perspectivas para 2012, Barroso disse que o mercado aéreo doméstico deve crescer menos, com as taxas de expansão ficando entre 8% e 12%. Para 2011, deverá ficar entre 15% e 18%. As informações foram dadas durante a entrega do Prêmio Líderes do Brasil, evento que se realiza hoje à noite em São Paulo.

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