Formação permite que profissional atue como piloto ou na área administrativa Aviação civil

O Estado de S.Paulo
29 de abril de 2012 | 3h 08 

Formação permite que profissional atue como piloto ou na área administrativa Aviação civil
CRIS OLIVETTE
Estado de S.Paulo

“O mercado de trabalho no setor de aviação está bastante aquecido”, afirma o coordenador do bacharelado em aviação civil da Universidade Anhembi Morumbi (UAM), Edson Gaspar. “O potencial de crescimento do setor na América Latina está entre os maiores do mundo.” No entanto, contrariando a opinião do coordenador, as maiores empresas aéreas nacionais registraram prejuízo em 2011 e a Gol colocou em prática um plano de demissões, inclusive para pilotos e comissários.

Ainda assim, Gaspar lembra que para cada avião comercial são necessárias, no mínimo, sete tripulações completas, que atuam em esquema de rodízio. O professor também afirma que o contingente feminino tem crescido na profissão.

O curso da UAM, diz Gaspar, recebe há cinco anos o conceito máximo do Ministério da Educação (MEC), e também tem o reconhecimento da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). “Além de seguir a carreira de piloto, esses profissionais podem atuar na área administrativa de empresas aéreas.”

Enquanto pilotos sem curso superior necessitam de 1500 horas de voo para serem contratados, os bacharéis em aviação civil precisam cumprir 500 horas. O custo da hora de voo em avião monomotor está em torno de R$ 400 e o de helicóptero custa cerca de R$ 750.

A parte prática ocorre em simuladores de voo e em laboratórios de física.

Salário inicial (R$)
5 mil a 10 mil

Duração do curso
3 anos

Disciplinas
Teoria de voo e aerodinâmica, conhecimentos técnicos, meteorologia aeronáutica, regulamento de tráfego aéreo

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