Indústria de jatos corporativos sai da crise

Valor Econômico
08/07/2013

Por David Pearson | The Wall Street Journal

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A demanda por jatos corporativos capazes de viajar longas distâncias está ajudando a resgatar um setor da aviação que foi severamente afetado pela crise. Para as grandes empresas, é mais barato enviar equipes em jatos privados, já que voos comerciais para lugares distantes como Luanda e Ulaanbaatar tendem a lotar e custar caro, além de forçar estadias mais longas.

Os pedidos desses aviões ainda são modestos. Mas, pela primeira vez em anos, os cinco fabricantes mundiais de jatos corporativos – Bombardier, Cessna, Dassault, Embraer e Gulfstream – participaram da importante feira de aviação Paris Air Show. As compras foram poucas – 32 pedidos firmes. “O mercado está saindo da crise, mas segue convalescente”, diz Eric Trappier, presidente do grupo francês Dassault.

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