411 aeronaves, São Paulo tem a maior frota de helicóptero do mundo

G1
19/08/2013 10h05

Segundo a Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero, são dois mil pousos e decolagens por dia na capital paulista.


Veja vídeo no site do G1

f6042f399c0e1acf30e23e39b78bb88c7908d49cA cada 45 segundos um helicóptero pousa em São Paulo. O movimento é tão intenso que a Força Aérea criou um sistema inédito para garantir a segurança. Isso porque São Paulo já tem a maior frota de helicópteros do mundo.A frota paulistana já ultrapassou a de Nova York. É o que mostra um estudo da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero.

Aline queria uma chegada triunfal no casamento em um sitio na Serra da Cantareira, em São Paulo. Entre um carro de luxo e o helicóptero, adivinha o que ela escolheu? “Super chique, moderno, muito atual e saía mais barato que uma limusine também”, declara Aline Sá, analista de RH.

Segundo a Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero, são dois mil pousos e decolagens por dia na capital paulista. São Paulo é a cidade com a maior movimentação desse tipo de aeronave no mundo, e também com a maior frota: 411 helicópteros.

Os executivos, os principais passageiros. Gente que tem pressa para chegar e dinheiro para pagar. Uma hora no ar sai, em média, por R$ 1,8 mil.

“Em um curto espaço de tempo ir a lugares que são muito afastados do seu ponto de partida ou do seu escritório. O empresário consegue fazer a reunião, exercer sua atividade principal e retornar no final do dia para continuar os seus afazeres no escritório”, declara Rodrigo Duarte, presidente da ABRAPHE (Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero).

A cada 45 segundos um helicóptero decola ou pousa na cidade de São Paulo. O movimento é tão intenso que a Força Aérea Brasileira criou um sistema inédito no mundo de controle de tráfego de helicóptero. E ele fica no aeroporto de Congonhas.

É que em frente a uma das cabeceiras do aeroporto se concentram 170 helipontos. Desde 2004, entrar ou sair dessa área, que tem de 60 quilômetros quadrados, só com autorização do controlador de vôo.
“A responsabilidade era mais para o piloto prover a separação. E agora a responsabilidade é do controlador de trafego aéreo, porque ele tem padrões definidos, para que então essa separação seja bem adequada”, explica o coronel Augusto Cesar Trindade , chefe da Divisão de Operações do Serviço Regional de Proteção ao Vôo de SP.

Renata nunca parou pra pensar nessas questões de segurança, o que queria mesmo era voar em um desses. O presente ela ganhou do marido, no aniversário, e a família inteira aproveitou.
“Foi lindo, foi maravilhoso, a gente amou. Elas ficaram empolgadíssimas, adoraram, a gente passou em cima da nossa casa”, conta Renata Pena, fotógrafa

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